quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Finais de Dezembro


Bem tem sido um esforço, tentar pôr o blog sempre em dia.. mas está visto que foi impossivel. A ideia de um blog estilo diário, onde fosse actualizando as novidades diariamente já há muito foi afastada, portanto vou hoje não vou contar mais uma daquelas viagens guardadas no bolso há dias, porque as há, mas vou finalmente contar um acontecimento que me deixou muito tocada.. e tem de ser contado hoje, se não será esquecido e perderá a piada, o que não posso de todo deixar acontecer, e o que é ... A vitória da minha Faneca!


Desculpa Mariana, mas o mundo tem de saber o que aconteceu dia 23 de Dezembro de 2008...


Como já devem saber, ou se não, aproveitem a boa oportunidade, a Mariana, minha querida faneca, desde o inicio do semestre com muito afinco e vontade juntou-se á equipe de Basketball da nossa Universidade, e assim poder divulgar os dotes desportistas latinos. Baskent Basketball Team, coisa séria e bem formada como podem ver:

(A tuga etá ali do lado direito com um circulo vermelho esbatido)

Desde logo, "Máriáná" era a estrangeira, a "portokis" amiga do Figo e prima do Cristiano Ronaldo, ao comando de um treinador que de inglês sabe pouco ou quase nada, o que torna as coisas um bocado dificeis. Eu própria fui a alguns treinos, sim há jogadoras baixas como eu, e vi como é dificil tentar perceber o que é suposto fazer quando todas desatam a correr e a emitir sons estranhos que mais parecem gritos de guerra árabe. Bom, mas temos sempre a Seçil, o Burak ou outras turcas amorosas que nos acham um piadão e esforçam-se por traduzir o que está a acontecer quando nos veêm realmente perdidas. Nos balneários o mote é sempre ensinarem-nos algumas palavras turcas, e normalmente chega sempre a altura que desatam a rir, penso que é altura que nos fazem de papagaios para ouvir "palavrões" turcos com um sotaque estranho e divertido.


Mesmo apenas falando por linguagem gestual e através de interpretes, cedo o treinador percebeu que a latina tinha qualquer coisa, e pô-la logo a jogar nos primeiros jogos. Sim, não é um conto de fadas, depois do primeiro jogo percebemos que a Baskent era a pior equipa do torneio. Primeira derrota contra as furacões da "Middle East Technical University", segunda derrota , terceira derrota, quarta derrota, que chatice.. va Mariana ao menos estas a jogar na Turquia.. até que Hoje dia 23 de Dezembro Baskent University VENCEU, e tudo devido á prima do cristiano, á amiga do Figo, á latina, á Mariana...
Pronto estou a exaltar-me.. passo a explicar..
A meio tempo do jogo, mais uma vez Baskent estava a perder, e a desmotivação começava a instalar-se tanto nas jogadoras como no treinador, de repente algumas jogadas, algumas defesas e as pontuações começavam-se a aproximar.. momento decisivo.. é feita falta sobre Mariana ela marca livre com possibilidade de chegar ao empate.. plateia anima-se, começa estranhamente a apoiar, uma vez que há muito tinha baixado o volume, e ela Resolve.. EMPATE!!!
Eu estava na plateia, e só começo a ouvir "hvfkfdjcfbvdh Mariana jfhfvhfv Mariana".. o quê Mariana o quê? Só queria saber o que estavam a dizer da minha amiga..
Mais umas entradas brilhantes, outras defesas equivalentes, e há possibilidade de vitória.. o treinador tem de escolher alguém para marcar os livres e assim chegar á vitória.. quem vai ser? Mariana!! Aqui instala-se a euforia.. o grupo de jogadores turcos forma uma roda estilo tribal e grita, ao mesmo ritmo que salta, em sons graves e bem sonoantes "Mariaaaa Mariaaaa Mariaaaa"... e ... com toda a pressão e olhos postos nos segundos decisivos.. Vitória!! Mariana resolve mais uma vez e é feita heroina pela comunidade Turca.. a estrangeira conseguiu, a latina superou, os rumores instalam-se e o nome "Máriáná" espalha-se pela bancada.. Desculpa, bem tentei perceber o que disseram mas só apanhei "foi uma boa escolha"... Palmas Faneca Ganhaste a Noite!!! Foi emocionante...

Bem, e amanhã é Noite de Natal! Numa época que todos voltam a casa, ás suas familias, as resistentes ficam e passam o Natal na Turquia, e perguntariam talvez porquê? Porque num país muçulmano como este onde estamos, o Natal é mais conhecido como passagem de ano do que realmente Nascimento de Cristo, logo as unicas comomerações e férias que existem são mesmo dia 31 de Dezembro. Isto talvez seja óbvio, mas hoje fiquei preplexa quando no final do jogo falavamos com as turcas sobre o Natal, e elas perguntavam-nos por planos e estivemos vários minutos em confusão porque nós falavamos de planos para amanha e depois de amanha, isto é 24 e 25 de Dezembro dias de Natal, e elas falavam "para a semana, para a semana", "para a semana vamos ter festa de Natal", "Na turquia o Natal é dia 31".. Pois parece que há uma pequena confusão entre Natal e Passagem de Ano, mas aqui arrumam tudo no dia 31 e fexou o assunto.
Mas descansem não estamos abandonadas nas mãos dos muçulmanos e sujeitas a anular 24 e 25 do calendário.. Amanhã vamos ter Grande Ceia de Natal em casa da nossa amiga Karen, uma holandesa, e mais 25 Erasmus. Os italianos são responsáveis pelo prato principal, o que me deixa bastante descansada e de agua na boca.. e cada um terá de levar alguma comida natalicia do seu pais, pelo menos essa é a ideia.. mas não me adiantanto vou guardar o relato para depois de amanhã, depois de tudo acontecer...
BOM NATAL A TODOS !!!

domingo, 14 de dezembro de 2008

Vida em Ankara

Bem, depois de tanta insistência por parte da Rita e não só, resolvi escrever. Não sei bem do que é que vou falar. O que me vier à cabeça, espero que chegue...
Muitas pessoas me perguntam se foi dificil adaptar-me, se a cultura é assim tão diferente, se se nota muita diferença, relativamente, aos outros países da Europa. A resposta é sim!
As primeiras semanas foram dificeis e ainda continua a ser, não me sinto, totalmente, adaptada.
Não pensem que não estou a gostar, muito pelo contrário, estou a adorar!
Mas aqui é, completamente, diferente de todos os outros Erasmus que já me falaram, principalmente, os que foram feitos em países europeus.
Também há parte de noite, festas e de conhecer muita gente de Erasmus, que há, mas não na minha faculdade.
Mas aqui tenho tido outras experiências que sei que era dificil, se estivesse noutro lado. (Experiências que vou contar, mas não agora)
Na minha faculdade somos 3 de Erasmus. Eu, a Rita e a Anne, uma alemã que vive connosco. Ah e há outra pessoa de Erasmus, que vem da Holanda, mas é turco (emigra). Ou seja, não é considerado de Erasmus.
Foi dificil darmo-nos com outras pessoas de Erasmus, fazem parte de outra faculdade e, são cerca de 200 pessoas. Mas que quando nós os conhecemos, já eles se conheciam todos há mais de um mês, logo, foi dificil integrarmo-nos. Mas como somos dotadas da simpatia e lata portuguesa, lá fizemos amigos!
Outra coisa que é dificil aqui em Ankara é a deslocação. Quando cheguei aqui deparei-me com a maior cidade onde alguma vez já tinha estado, sem contar com Londres. Estou habituada a Lisboa, onde é tudo perto e consigo deslocar-me facilmente e em pouco tempo.
Aqui, é um bocado diferente, a cidade é enorme, com montanhas no meio e, uma das montanhas é onde vivemos. Acreditem é uma montanha! A avenida onde nós vivemos tem a inclinação de uma pista azul. Para descer, até se faz bem, mas para subir, há sítios em que os nossos joelhos quase que tocam no chão.
Ainda por cima, uns amigos nossos turcos, disseram-nos que quando começasse a nevar, o caminho que fazemos para descer para a cidade vai-se tornar perigoso e provavelmente, iremos parar ao chão algumas vezes. Outra das coisas que vai acontecer com a neve é que os autocarros não vão subir a montanha, deixam-nos a meio e o resto é a pé! Estou para ver...
Os autocarros aqui são imensos. Temos os autocarros normais e os dolmus, que são mini buses. Estes mini buses dão para 15 pessoas, mas em horas de ponta acho que vão 30 ou 40 turcos lá dentro. E depois o sistema de pagamento é uma coisa engraçada. Não há bilhetes que se compram antes ou mesmo nos dolmus, paga-se ,directamente, ao motorista enquanto a viagem se dá. Se se tem o azar de se sentar nas primeiras filas, temos trabalho. As pessoas que vão entrando e vão-se sentando nos bancos de trás dão o dinheiro às pessoas da frente para irem pagando e depois temos que dar o troco para trás. Nas primeiras vezes, eu e a Rita não percebíamos porque é que os bancos da frente estavam vazios, agora temos uma pequena ideia.
Quanto à nossa faculdade é, a cerca, de 3o km do centro da cidade, temos que apanhar um autocarro, que pertence à faculdade, todos os dias, que demora 30 minutos a 1 hora, depende do trânsito e quando chegamos... boa, outra montanha. Para além de ser a faculdade mais longe do centro, parece-me ser a mais alta.
Ah antes de dizer o que vejo quando chego à minha faculdade, devo dizer que é privada, aqui na Turquia faz toda a diferença.
Começo por chegar as 8 da manhã com a maior cara de sono do mundo e começam a passar por mim, miúdas, a que eu chamo barbies. Porquê? A produção que elas fazem para ir para a faculdade é provavelmente a que eu faço quando tenho uma festa ou um casamento. Muito pintadas, com os cabelos com penteados estranhissimos cheios de popas e laca, vestidos, saltos altos, malas da Gucci, Louis Vitton, óculos escuros, louras platinadas. Se formos ao parque de estacionamento, vemos carros desde os últimos modelos da peugeot (nada de especial), até BMW, Mercedes, Range Rover, Dodge gigantes e até se vê um Cayenne, mas é só um...
Aqui a cultura é muito parecida à Americana. Conhecem a Gossip Girl? É igual!!
Deve ser por isso que a Gossip Girl é uma das séries mais apreciadas pela elite Turca.
Ou seja, mal entro na faculdade, com as minhas calças de ganga rotas e ténis de Adidas e cara acabada de acordar, sou apreciada por todas as pessoas que se encontram na Cafetaria e começam a comentar. Vá lá, tenho desculpa, sou de Erasmus, não pude trazer a minha roupa toda para não pagar excesso. Está bem?
Segundo, o que a Rita diz porque eu não fui. O sítio para onde esta gente sai, é um género de BBC, onde as pessoas saem para verem e serem vistas, mas ninguém dança, mas bebe tudo e comenta-se tudo.
Quanto à religião, pensei que fosse uma coisa que me fosse "incomodar" mais. Mas não. Muitas vezes vou na rua e começo a ouvir as rezas deles, sim, porque eles têm altifalantes em todas as mesquitas que transmitem as "missas" para a rua. Dá uma certa piada à cidade. Vou ter saudades disso!
Uma coisa que falta em Ankara são jardins e espaços para se ir sem ser centros comerciais. Achava que Lisboa tem muitos, continuo a achar, mas aqui é um exagero. E não são pequenos, são sempre gigantes.
Pequeno pormenor dos centros comerciais. Em todos, temos que passar pelo detector de metais e revistam-nos as malas. Se entrarmos de carro, vêm a parte de baixo do carro com um espelho, à procura de bombas. Não sei se me hei de sentir segura ou não.
E claro, que tinha que perguntar porque é que eles fazem isto, já que em Portugal não é normal. Ao qual eles me respondem: duas a três vezes por ano, o partido político PKK (kurdos) é autor de ataques terroristas, principalmente, nas duas grandes cidades da Turquia, Istanbul e Ankara, por isso, há que haver controlo e segurança.
Senti-me mais segura depois desta explicação? Nem por isso.
Mas ainda não aconteceu nada aqui. Os ataques que têm havido, são todos na parte Este da Turquia, onde os Kurdos vivem.
Já me estou a prolongar demais com o meu comentário, vou parar.
Queria que tivessem uma pequena ideia de como é a minha vida aqui, espero ter conseguido expressar-me bem.
Beijinhos Mariana, ou Meryemce como às vezes sou tratada.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Pela Turquia - Konya



Já algumas viagens foram feitas, muitas peripécias aconteceram e os relatos ficaram por escrever, portanto segue-se uma reportagem estilo "Breaking News" com o esforço de relembrar os pormenores mais ilariantes e fascinantes...
Aqui fica o mapa da Turquia para melhor se poderem orientar e visualizar por andamos:



KONYA
Num fim de semana a meio de Novembro sem grandes eventos e acontecimentos de interesse em Ankara, decidi dar mais uma volta pela Turquia, e descobrir o que ela tem para dar.. juntei me a um grupo de raparigas de Erasmus com espirito explorador (Zaraah, amaricana de origens paquistanesas, Safyia holandesa de origens turcas, Ebru holandesa de origens e capacidades falantes turcas e Eszter, húngara) que marcaram como próximo destino: Konya!!
Bem primeiro que tudo, só pa dar uma noção do quão estranho possa parecer ir a Konya, todos os turcos a quem comuniquei a minha viagem me responderam: "Bem mas porquê Konya??! Nem eu nunca lá fui.. é tão conservador!" Pois é.. esta é uma das cidades mais conservadoras da Turquia, não propriamente bonita ou atractiva, mas uma vez na Turquia porque não? Nem eu sabia bem no que ao que me propunha, mas nada como experimentar, ver e tirar as minhas próprias conclusões...

Mais uma vez, dirigimo-nos a Asti (a estação de camionetas e derivados de Ankara), negociamos o preço, e partimos no primeiro autocarro da manhã até Konya. Esta é uma das vantagens de estar em Ankara, centro e capital da Turquia, tem sempre transportes a qualquer hora para qualquer sitio, mesmo de demorem 12h a chegar ao destino... "Turquia próximo passo é uma boa rede de comboios, pensa nisso!!"

Chegadas a Konya, foi de utilidade máxima, termos entre nós uma Holandesa-turca, que conseguia sempre comunicar com os locais e orientar-nos sobre o que e como fazer. Da estação principal, apanhamos o "dolmus", famosos mini-bus espalhados por todas as cidades, que são simplesmente a salvação dos peões. Levam-nos a todo o lado e têm sempre maravilhosas e inúmeras plaquinhas espalhadas pelo vidro frontal do "carro" que indicam os pontos principais por onde passam. Bom, mas este esquema do "dolmus" terá de ser melhor aprofundado adiante, uma vez que existe toda uma cultura e ritual à volta dele...

Aqui sim, se pode dizer que é aconselhável uma pré-reflexão quanto à vestimenta.. nada de ombrinhos á mostra e sempre útil uma enxarpe á mão, para qualquer eventualidade... Konya acomodada no centro da Anatolia é uma das cidades, continuamente habitada, mais antiga da Turquia, daí preservar várias tradições e modos de vida antigos.

Nas ruas, a maioria, se não todas as senhoras e jovens mulheres andam de cabeça coberta e longas gabardines que servem quase de vestidos.. penso que deve ser a maneira mais prática que elas encontram para se vestir uma vez que não têm de pensar muito no assunto...


Curiosidade interessante, foi notar que pela primeira vez me encontrava numa cidade plana na Turquia, o que possibilita a circulação de bicicletas. Não, não se trata daquela modernidade das cidades nórdicas europeias, onde se cruzam jovens perfumadas e homens de negócios nas suas bicicletas. Aqui vêm-se senhores com "barretes" muçulmanos a deambular pela cidade nas suas bicicletas que parecem de "3ª ou 4ª mão". A pobreza é notável, e os mercados ou bazares tipicos do middle east espalham-se pela cidade.

Esfomeadas depois de algumas horas á deriva, em busca do centro da cidade, que parecia inexistente, uma vez que existem vários centros e ninguém nos conseguia indicar o caminho que procuravamos, que na verdade acho que nem nós sabiamos muito bem... PIDE! A especialidade da zona é pide, uma espécie de pizza, que na verdade não tem nada a ver, tendo em conta os perigosos picantes sempre presentes... e eu que os odiava...


É incrivel como tudo é simples e sem preocupações para este povo... chegadas á pequena taberna turca, deliciámo-nos com uma humilde esplanada ao sol improvisada a meio da estrada de uma estreitissima rua. Depois de instaladas e já debruçadas nas entradas e petiscos sempre oferecidos nestes sitios.. BUM! Camioneta a querer passar, bem no meio da nossa refeição, ok nada de dramas deve ser excepção para qualquer entrega.. levanta cadeira, afasta mesa, camioneta passa, turco insiste que "problem yok"(não há problema), ok continuamos na nossa humilde esplanada.. 5min depois.. mais uma camioneta.. turcos insiste "oh problem yok yok".. ah concerteza não há problema rigorosamente nenhum termos que interromper a refeição, mover toda a mobilia e acessorios, para deixar passar as camionetas que deicidem atravessar a estrada que lhes é de direito.. enfim pequeno pormenor que nos pôs a rir a tarde toda, repetir vezes sem conta "problem yok yok" e concerteza mudar para a parte interior da taberna, charmosa na mesma com os seus tipicos tapetes pendurados na parede.

Ainda meio perdidas nesta cidade religiosa, lá encontrámos um posto turistico meio abandonado, mas com um simpático jovem que arranhava o inglês e nos ofereceu uma serie de mapas, informações, cds de musica de meditação e uma bela noticia. Aos sábados, tem lugar um dos eventos mais importantes na cidade, um espectáculo religioso os "Sufis", juntam-se por volta de 2000 pessoas num pavilhão para assistir o ritual de meditção e oração/evocação de Allah... para nós que não percebemos ou não sentimos, não tem grande interesse, pois é monótono e sem grande variação artistica... Percebi que os movimentos giratórios continuos, durante aproximadamente 1h, são possiveis através de um estado de meditação e concentração transcendente, talvez por isso esta prática seja tão apreciada entre os crentes...


Durante o dia ainda visitamos a parte mais rural de Konya. O objectivo era visitar uma igreja antiga, algo raro neste mundo islâmico, então apanhámos um autocarro que nos levou á parte desértica e mais pobre de Konya.. lá eramos nós a atracção.. as pessoas principalmente as crianças olhavam para nós como se fossemos "aliens", queriam falar com nosco, seguir-nos, tocar-nos... em menos de 30min de autocarro encontrávamo-nos numa realidade completamente diferente ...

Antes da partida, importante visitar uma das maiores atracções da cidade, Green Mausoleum of Mevlana Celaleddin, anexado a uma famosa mesquita, encontram-se famosos manuscritos, pertences e história do famoso Mevlana, importante filósofo e professor que influenciou a palavra do Islão.

No mesmo dia, apanhámos o último autocarro para Ankara, e lá chegámos de madrugada.

Pensei em descrever aqui no mesmo artigo todas as outras viagens que já fizemos, como Cappadocia e a "road trip" pelo Mar Negro ou Black Sea Region, mas como sempre alongo-me nas descrições, e por aqui já se faz tarde, portanto fica para o próximo episódio, e claro, deixo uma curiosidade no ar pelo o que ai ainda vem...